terça-feira, 13 de outubro de 2009

Maldito tradicionalismo hipócrita enraizado em meu consciente ...
Pq nao sigo a naturalidade inerente à minha alma?
Pq nao deixo sentir o fogo incontinente em meu coração,
O sol que inspira a natureza do meu ser?

A cegueira tomou conta de todos
Não conseguimos mais ver de onde viemos
Dizemos adeus a tudo o que éramos
E estamos seguindo um caminho, imaginando ser outro

Eu não consigo acreditar nos medos que nos foram impostos
Essa incapacidade de vivermos
De sermos nós mesmos, que nos foi empurrada goela abaixo
Conseguiríamos ser nós mesmos?

Sol, purifique meu ser, mostre-me do que sou feito
Deixe queimar em meu peito minha essencialidade
Sem a necessidade de pressupostos, condições ou termos
Quero ser (sem medo) um ser naturalmente imperfeito

2 comentários:

  1. Nossa, Joao!
    Adoooorei esse seu texto! Um tanto subjetivista, lógico (rsrsrs), mas o tema central é bem instigante: todas essas restrições impostas pela sociedade aos nossos comportamentos, que nos proíbem de sermos de um jeito pq isso seria (hipocritamente) moralmente incorreto! E a referência ao Sol seria pq este é o único elemento originalmente natural que ainda não foi atingido pelo homem, ou pq é o centro a partir do qual tudo surgiu, sendo assim, continente de uma natureza pura? Foi isso que eu consegui imaginar ... rsrsrsrs!

    Muito bom, adooorei!

    Bjo,
    Gi

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  2. THIS


    IS


    SSSSSSSSPAAAAAAAAAAARRRTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA




    AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUULLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL

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