segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Devaneios Desconsertantes

Apenas com o objetivo de não deixar algo pela metade, venho a publicar este texto.

Ah! Se pudesses ler minha mente
Repleta de pensamentos
Que refletem frequentemente
Os nossos momentos

Não nego a vontade
Que tive de lançar-me em teus braços
Porém, aceitemos a verdade
Não persistem os mesmo laços

Meus devaneios
Brincadeiras de mal gosto
Sonhos entre quais permeio
Revivendo o sabor do teu rosto

Desperto
Não sei onde estou
Você não está por perto
Nem sei aonde vou

A partir desta noite não mais sonharei
Estarei olhando a Lua
Outros sentimentos sentirei
Admirando a noite nua

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