quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Menos crença, mais atitude!

Não há cara mais foda que Jesus até hoje (William Wallace chegou perto apenas). Ele não veio aqui pra impor porra de religião nenhuma, muito menos para pregar nada; mas veio tão somente para nos orientar. É tão contraditória essa "obrigação" de sermos fiéis como as Igrejas dizem que devemos ser. Jesus veio apenas para nos mostrar que somos capazes de fazermos o que queremos, é só agir. Não estou falando de fazer milagres (o que, quando atingirmos um nível de evolução espiritual, será possível), mas de obtermos sucesso nas nossas tarefas, mudar a nossa realidade fática, criar algo. Moisés e Noé também foram exemplos dessa nossa capacidade de fazermos, de tornarmos algo real, o primeiro tomou as rédeas da liberdade de um povo e os conduziu por meio de um mar aberto (repito, não que sejamos capazes de milagres, muito menos abrir um mar ao meio) e o segundo criou uma mega arca para sobreviver a um dilúvio. Ainda que Deus tenha ajudado a todos eles, foi necessária a força humana para por em prática a vontade divina. William Wallace, Joana D'arc, Albert Einstein, Thomas Graham Bell, Thomas Edison, Alberto Santos Dumont, todos pessoas notáveis por seus atos, ideais, ideias ou invenções. O que eles tem em comum? Atitude! Eles não perderam tempo pensando "será que vai dar certo? Será isso em vão?"; não, simplesmente agiram, e o fizeram com extrema vontade de terem seus objetivos alcançados; não se renderam ao comodismo. Observe que até o próprio Deus teve a atitude de criar o universo. Sei lá por que; vai ver ele tava entediado e decidiu ocupar a mente com alguma coisa, e fez algo tão maravilhosamente e imensamente impossível que chega a ser inacreditável a natureza e a plenitude de Sua obra.
Portanto, ajamos!

terça-feira, 29 de abril de 2014

A falange: O poder da amizade

Viemos ao mundo, e não nos é dada a possibilidade de escolher onde nasceremos (desculpem-me os espíritas), com quem conviveremos em nosso lar, mas nos é dada a liberdade (talvez nem seja por liberdade em si, mas por necessidade intrínseca à natureza humana) de quem teremos como amigos. Ah ... a amizade! Definida pelos gregos (e também creditada sua origem ao latim) como variação da palavra "amore", mas não acredito que seja uma variação desta, mas, sim, sua essência. A amizade surge apenas por pura e simples afinidade, e assim permanece ao longo dos anos, do passar do tempo, e, mesmo que a distância paire entre os amigos, quando estes se reencontram, é como se nunca tivesse havido o hiato na convivência. Já o amor, entre um casal (seja formado por homem e mulher, dois homens ou duas mulheres), requer aquela constante tentativa de fazer a coisa dar certo, e, quando há o "hiato" na convivência, seguido da volta do relacionamento, torna-se necessário aquele velho cortejo, que ilude ambas as partes de que as coisas serão diferente por agora a diante. Mas, entre amigos, isso não é necessário, e, por isso, amizade é o amor puro em si! A amizade é constituída de honra e moral, digo a verdadeira amizade (não aquela convivência entre pessoas que existe apenas enquanto você é "o rei do camarote" e banca a cachaça e as raparigas para todos ao seu redor), e pessoas íntegras possuem estas características desde o nascimento, independentemente da criação e classe social. Havendo apenas aqueles dois atributos entre os amigos, a amizade perdurará por toda sua vida, quiçá pela eternidade, por que a união, a proximidade, já foi feita pela pura e simples afinidade. Amigos de verdade estão presentes nos melhores e, principalmente, piores momentos. Vejamos os espartanos, que diante da ofensiva promovida por Xerxes, além da ideia de preservação de sua família e sociedade, o principal fator motivacional, no momento da luta, era o amigo ao lado que estava dando a vida pelos demais (a amizade era tão grande que chegava ser confundida com homossexualismo - isso mesmo, a relação entre pessoas do mesmo sexo não era uma exclusividade ateniense - mas, ainda assim, não os tornava menos honrados, nem menos amigos). Amizade é um sentimento intrínseco à humanidade, uma vontade de buscar nos demais o nosso reflexo, alguém para olharmos e termos certeza de que somos plenos.

sábado, 8 de março de 2014

Faça o que gosta

Nada melhor do que trabalhar com aquilo que você gosta. Isso valoriza o ser humano, e este valoriza o seu tempo desprendido para o labor.
Não importa os contra-tempos que você encontra no meio do dia, pois esses problemas se tornam tão pequenos por serem tratados com a paixão de estar trabalhando com o que se gosta.